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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Cátia Piaçaba



Quando somos jovens fazemos certas e determinadas acções que , quando mais tarde pensamos nelas, mais valia termos estado quietos. Eu não sou excepção à regra. Há uns anos atrás conheci uma moça lá do bairro , de seu nome Cátia Piaçaba. Piaçaba porque ela tem o hábito de se esfregar em tudo o que era homem. Vivo ou morto, daí ela trabalhar como coveira no cemitério e numa funerária em part-time. O meu trabalho é vestir os mortos, mas eu gosto mesmo é de despir os vivos , dizia ela à boca cheia. E acreditem que nunca a expressão à boca cheia teve tanto significado. Conheci a Cátia quando fui ao funeral de um vizinho meu. Foi então que a vi, de pá na mão prontinha para enterrar o morto. Estranho, porque curiosamente, ela gostava mesmo era que lho enterrassem todo, mas isso agora não vem ao caso. A meio do enterro, senti uma pontada no fundo das costas. No olho do cu, vá. pensei logo que era a hemorróida a marcar presença, mas qual foi o meu espanto quando me virei para trás e vi a Cátia com meio mindinho enfiado pelas minhas nalgas adentro. Se não se importa, o buraco é meu disse eu naquele tom respeitoso que me caracteriza. Estava só a ver se tinha ovo , diz ela com uma granda lata. Apesar de não ser nenhuma galinha, deixei que ela me fizesse um bico. A partir dali parecia o Euromilhões ; todas as 6ª's feiras eu tirava as bolas do saco. Ao inicio parecia-me o sítio ideal para lhe afinfar com a sardanisca, ao fim ao cabo, era com cada foda de caixão á cova. Mas com o passar do tempo, a coisa foi azedando e não estou a falar do cheiro que por ali andava. O cumulo foi ela querer abocanha-lo dentro de um caixão. Como não sou mal educado, não gosto de dizer que não a ninguém, e até aceitei a coisa. Até aqui ainda vá que não vá. O problema é que ela queria abocanha-lo dentro de um caixão ocupado por um senhor que conseguia estar mais rijo que a minha verga. Foi então que me virei e disse ALTO LÁ ! VAMOS PARAR COM ISTO ! , agora não que eu tou quase. Como gentleman que sou, deixei a menina terminar o seu serviçinho e tentei ter uma conversa séria. Difícil, já que ela teve o tempo todo a olhar para o meu nabo como se fosse um bêbado a olhar para um copo de vinho. Com algum custo, lá consegui acabar com aquela relação. Estranho foi pensar que a próxima vez que eu vir a Cátia Piaçaba vai ser quando ela me mandar para o buraco 7 metros debaixo do chão. Não deixa de ser curioso, pois eu é que costumava mandar-lhe com os 7 cm para o buraco . . .