Ora aí está aquilo a que eu chamo uma palavra de m****. Todos nós as usámos, fossem elas de uma forma mais artesanal e rústica ou um mimo do modernismo. As fraldas são usadas em duas fases distintas da nossa vida: quando nascemos e quando atingimos uma idade mais avançada, se bem que nesta última fase, o uso de fraldas é sinal que já começamos a dever um ou dois anitos à cova. A questão que se coloca, ou melhor, a questão que eu coloco, já que nunca vi ninguém ter esta preocupação, é o que se passa neste meio termo, ou seja, porque é que deixamos de usar fraldas em adulto. Se fizermos as necessidades pelas pernas abaixo em bébé, as pessoas até acham engraçado - " ohh que coisinha mais fofinha, fez cócózinho pelas perninhas abaixo " - e em velhotes a coisa também não é muito grave já que estamos sozinhos em casa e só passados 5 dias é que os vizinhos começam a dar por isso - "filha da p*** do velho já se borrou todo outra vez" . É em adulto que a fralda se torna essencial. Quantas vezes nos deu aquela vontade de ir ao W.C a meio de um filme no cinema, aguentamos 1h30m , até que chegamos ao dilema : mijo para o copo das pipocas ou vou à casa de banho? o problema é que quando voltamos da casa de banho, acabamos de perder o fim do filme e a única coisa que vemos é um ecrã preto com 3 milhões de nomes a passar e os casais de namorados a levantar as saias e a apertar as calças. Dava jeito uma fraldinha não dava?! Regressar do trabalho a uma 6ª feira em hora de ponta pode ser outra situação em que o uso de fralda evitava inúmeros inconvenientes, tais como tentarmos mijar para uma garrafinha de plástico de 0,33cl de agua Luso, quando olhamos para o lado e temos uma carrinha cheia de criançinhas de boca aberta a olharem para nós como se estivessem no circo a ver os palhaços. Isto para não falar daquela feijoada que comemos ao almoço decidir que o nosso corpo não é o local mais apropriado para ela passar o fim de semana, e então dá-nos 2 murros no estômago e decide sair sem aviso prévio, deixando-nos com um estofo do carro castanho amarelado em vez do cinza claro que vinha de origem. É agora moda usar fraldas reutilizáveis, e porquê? porque dizem os Fraldianos (uma versão dos nossos dias dos Freudianos) que cada criança que utiliza fraldas descartáveis produz cerca de uma tonelada de lixo e para produzir as ditas fraldas é necessário abater 7 arvores, para além de uma fralda descartável precisar de 500 (!!) anos para se decompor. Acho um bocado nojento. É o mesmo que lavarmos o papel higiénico usado, deixá-lo ao sol umas horas e depois de seco, voltar a usá-lo. Não é mais fácil reciclar o cócó dos bébés ? Cada pacotinho de Cerelac custa cerca de 0,70€, se após ser expelido pela criança este fosse reciclado, colocado de novo na embalagem e reaproveitado, repetindo este processo várias vezes usando o mesmo pacotinho de Cerelac, imagem o que não iamos poupar. As fraldas são o único objecto que não acompanhou a evolução tecnológica. Porque é que não fazem fraldas com Rádio FM? enquanto iamos passear os miúdos podiamos ouvir o relato da bola. Ou por exemplo, fraldas com GPS integrado minimizando o risco de perder os nossos rebentos, ou mesmo um dispositivo como o das pilhas Duracell, em que carregavamos nas 2 extremidades da pilha e um tracinho mostrava a quantidade de energia restante, neste caso para saber a quantidade de cócó e xixi. Para mim uma fralda só vai ser 100% segura, a partir do momento em que a dita cuja aguente a urina de um elefante africano adulto sem deixar sair uma pinguinha que seja . . .
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
domingo, 29 de novembro de 2009
Sondagem nº3
A quem atiravas um balde de diarreia? , foi este o tema da última sondagem. José Socrates, José Cid, José Malhoa ou José Saramago eram as hipoteses possíveis. Este é um tema muito particular e muito pessoal, pois eu considero a diarreia um privilégio e um acto muito nobre e especial, pois quando a temos há que saber aproveitá-la, já que apenas aparece uma ou duas vezes por ano. Devo dizer que fiquei escandalizado com os votos no José Malhoa e no José Cid, especialmente neste último, pois coitado do homem já não basta ser zarolho, desdentado e ter peruca, também há pessoas que o querem ver coberto de diarreia. Nem a mania de ser atrevido e de ser do contra fez com que Saramago fosse o eleito numero um para o balde de diarreia. O facto de já estar mais para lá do que para cá e já dever mais de 32 anos à cova, a meu ver, salvaram-no de levar com o balde de diarreia. Balde esse que, segundo a maioria dos votantes (45%), cabe por direito próprio ao Mestre das Escutas, the one and only, José Socrates! Socrates, figura presente em todas as sondagens das IntimidadeS PublicaS, conseguiu levar com um suculento e aromático balde de diarreia, o que eu considero ser um privilégio ao alcance de muito poucos (eu dispenso . . .) !
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Os Ricos
Sempre ouvi dizer que para se ser considerado rico era preciso ter uma conta bancária com 8 digitos. Durante anos pensei que era rico, até me dizerem que ter uma conta bancária com 8 digitos é um bocado diferente de ter 8 euros na conta. Aí as coisas mudaram de figura, pus-me a pensar e cheguei à conclusão que para uma pessoa deixar de ser rica basta não ter dinheiro. Tá explicado o facto de 95% da população mundial ser pobre. Não é fácil ser-se rico ; uma vez tentei juntar 5,000€ e contas feitas após ter dado a minha ajuda para as férias dos senhores ministros, ou por outras palavras, após ter pago IRS, IVA, contribuições autárquicas etc, fiquei reduzido a uns magros 285,37€. Agora imagino o que não passam os coitados dos ricos que conseguem juntar verdadeiras fortunas, o trabalho que eles têm, realmente merecem ser ricos. Para mim, os ricos não passam de pobres com dinheiro. Os ricos não comem em restaurantes pobres - eles compram o restaurante pobre, fazem obras e abrem um restaurante de 5 estrelas - Aí sim, podem lá comer. Rico que é rico tem pelo menos 3 filhos, mora numa mansão com jardins, piscina e court de ténis e mesmo que não saiba pegar numa raquete, dizem que o ténis é um desporto chique. Este senhor da classe alta é casado com uma mulher pelo menos 20 anos mais nova, que se apaixonou loucamente por ele à primeira frase e não à primeira vista, isto porque assim que ouviu dizer - "Aquele ali é rico !!" - sentiu uma sensação de qualquer coisa a que eu, muito simpaticamente vou chamar de interesse amoroso, só para não a chamar de grandessíssima P***. Os ricos não têm carros, têm automóveis; quem tem carros são os pobres. Pelo menos 7 têm de estar na garagem; um desportivo de luxo, um familiar de luxo e um jipe. Depois temos o carrinho mais pequeno para a dona da casa (mais pequeno não é devido ao preço, mas porque assim evita os arranhões e as amolgadelas a estacionar) e os carros dos filhos, um para cada. Falta só o motão do ricalhaço, que fica parado o ano todo e só vai para a estrada quando ele tem crises de meia idade e se arma em rebelde e vai dar uma volta com os implantes capilares (que lhe custaram para cima de uma fortuna..) ao vento. O avião é uma necessidade para os ricos de hoje. Numa sociedade onde tempo é dinheiro, perder minutos preciosos no trânsito é a morte do artista. O avião privado torna-se assim indispensável, até porque tem uma grande vantagem : a EMEL ainda não tem bloqueadores para veículos aeronáuticos. Não me admirava nada que pelo andar da carruagem, um dia destes, quando formos a caminho do trabalho às 7h30 da manhã, cheios de sono, com aquele bafo a ténis de futebol da boca e com tanta fome que até eramos capazes de comer uma toalha de bidé, vejamos um gajo atrás de nós a fazer sinais de luzes e dar uma buzinadela tão grande que só com o susto nos borramos todos e temos de voltar a casa trocar as calças e deixar o carro na oficina para limparem o estofo. Esse gajo que nos fez sinais de luzes e buzinou é o ricalhaço que já está atrasado para a massagem e para a pedicure, e que há falta de lugares para estacionar, resolve parar mesmo em frente à estatua do Marquês de Pombal . .
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Ilusionismo Político
Quando se pensa em ilusionismo, vem-nos à cabeça nomes como Luís de Matos (em inglês, Louie of the Bushes), David Copperfield ou Houdini. Pessoalmente, eu colocaria o Pai Natal na lista dos maiores ilusionistas de sempre, não só pelo tamanho da sua barriga mas porque acho que qualquer homem na casa dos 80 anos, obeso, com barba até ao umbigo e com um saco preto maior que o saco azul da Fátima Felgueiras, que consegue estacionar um trenó cabrio de 2 renas em cima de um telhado sem que a EMEL o bloqueie e que sobe e desce pela chaminé das casas sem ficar entalado e sem que ninguém dê conta, é para mim, um ilusionista. Tirar coelhos da cartola, adivinhar cartas, cortar lindíssimas mulheres ao meio ( nunca percebi porque é que não cortavam as feias ), são ilusões que já vimos inúmeras vezes e que apesar de grande parte da magia já ter sido desvendada pelo homem da mascara ( para mim é o Spider-Man que após o último filme ter ficado no desemprego, arranjou um tacho a desvendar segredos de magia), continuam a fascinar os espectadores. Existe hoje em dia um novo tipo de magia, ou ilusionismo, como lhe queiram chamar, a que eu dou o nome de Ilusionismo Político. Expoente máximo desse ilusionismo é José Sócrates (Joseph Socrates) . Proveniente de uma família de ilusionistas, tio e sobrinhos também o são como se viu no Freeport, tem dois números de magia fantásticos; num deles consegue fazer desaparecer uma dúzia de escutas e no outro consegue controlar a mente de 10 milhões de pessoas ao mesmo tempo fazendo-as colocar uma cruzinha no nome dele. Paulo Portas é outro ilusionista político do mais alto nível. Conseguiu fazer desaparecer vários caças e submarinos sem que até hoje, ninguém ainda tenha descoberto o segredo por detrás deste complexo número de . . ilusionismo. Mas não julguem que o ilusionismo político está reservado só para homens. Fátima Felgueiras tem como imagem de marca o truque do saco; um saco normalíssimo que se enche de dinheiro vindo do nada e que de repente desaparece. Conta a lenda, que a última vez que fez este seu número em Portugal, desapareceu e foi aparecer a 8000 km de distância. Armando Vara consegue transformar sucata em ouro e Ana Jorge consegue transformar um bocado de ranho, tosse e febre numa gripe epidémica.
Se um dia a Paris Hilton se dedicar à política, tem o seu lugar garantido entre os ilusionistas políticos, já que tem um truque fantástico; consegue transformar qualquer um dos seus namorados num boi , tal é a seriedade desta menina . . .
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Sondagem nº2
Está na altura de pôr os dentes de coelho, deitar uns gafanhotos e imitar o prof. Marcelo para dar a minha opinião sobre os resultados da sondagem Quem é o menos corrupto?. José Socrates, Pinto da Costa, Silvio Berlusconi e Lucílio Baptista eram os nomes na mesa. Partindo do príncipio que todos aqueles que votaram sabem a diferença entre "Mais" e "Menos", não estavam sob influência de qualquer tipo de bebida alcoólica ou estupefaciente ou possuídos por algum espírito do Partido Comunista, devo dizer que fiquei mais do que muito surpreendido, arriscando mesmo a dizer que fiquei muito muito surpreendido com o resultado. 63% elegeu Berlusconi como o menos corrupto. Isto coloca-me uma dúvida; será que as pessoas acreditam mesmo que foi à pala do trabalho arduo que ele chegou a primeiro-ministro italiano, líder de um partido político, proprietário do império italiano de media Mediaset, além de empresário de comunicações, bancos, entretenimento e presidente do AC Milan, já para não falar que é o homem mais rico de Itália segundo a revista Forbes, ou será que que as pessoas pensam que os outros marmanjos ainda conseguem ser piores que ele ?! José Socrates não teve um único voto, o que espelha bem a confiança que os portugueses (e acho que também já entrou aqui no blog um gajo do Zimbabwe) têm na sua seriedade. Pinto da Costa e Lucílio Baptista tiveram ambos 18% , o que me diz que, por um lado, o que o presidente do Futebol Clube do Porto me pagou não chegou para eu adulterar a verdade da votação, e que existem 2 pessoas que não assistiram à final da taça da liga em março do ano passado . . .
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
A Roulote
A roulote. Esse sítio mitico da restauração nocturna. Que venha o primeiro que nunca descascou um cachorro daqueles cheios de molho e batatas que não só não nos cabem nas beiças como nos sujam os sapatos deixando uma camada de 2 cm de gordura em cima deles, ou uma bifana acompanhada de uma cerveja meia choca por vezes (ou devo dizer um naco de gordura de porco com um bocadito de carne agarrada?! ). Para mim, a roulote é o Gambrinus dos pobres.
Uma vez fui a uma roulote e pedi uma bifana:
- É p'ra comer aqui ou é p'ra levar?
- Nem uma coisa nem outra, é para passar
- P'ra passar ?!
- Sim minha senhora, para passar no cabelo que acabou-se me o gel e vou ter com duas gajas agora . .
Isto para vos exemplificar que a qualidade técnica dos chefs de cozinha das roulotes não prima pela excelência, embora sendo 95% deles profissionais de renome internacional da cozinha de roulote brasileira. Um facto engraçado é que toda a gente fala mal das roulotes enão sei quê, mas quando a fome aperta todos lá vão parar. À excepção dos muito ricos que não têm fome mas sim vontade de comer, toda a gente quando tem fome come as iguarias destes restaurantes móveis. Iguarias essas que passam pelo pedaço redondo de carne proveniente de animal desconhecido, colocado entre 2 fatias de pão e com 24 acompanhamentos a que se dá o nome de hamburguer; o pão com salsicha gigante que mais parece um fémur e que desaparece completamente no meio de meio kilo de batata palha; a famosa bifana que se fizerem a experiência de espremer o pão para dentro de um copo, chegam à magnífica conclusão de que já não precisam de sumo para acompanhar; e o mais fantástico de todos para mim, a pita. A pita shoarma é um mistério ao nível dos fenómenos do Entroncamento e de Roswell, pois não passa de um frango que não sabe a frango, sem pernas e sem asas, colocado a assar de pernas para o ar. As roulotes de hoje em dia são autênticos mimos de tecnologia e repletas de modernidades. Desde os Lcd's aos sistemas de som, passando pelos neons e acabando num pormenor simplesmente inacreditável que é o MB (MultiBanco). Sim, muitas roulotes já têm Multibanco, o que eu acho incrível pois não deve ser nada agradável no fim do mês quando nos chega o extracto do banco a casa e vemos :
Código Entidade Descrição Valor debitado Saldo
Pagserv. rolote bifana 3,5€ -426,34€
Faz lembrar aquele arrepio na espinha que nos dá quando estamos com diarreia mas mesmo assim queremos arriscar e dar aquela bufa que tá entalada há mais de 45 minutos.
domingo, 22 de novembro de 2009
Prostituição
A prostituição pode ser definida como a troca consciente de favores sexuais por interesses não sentimentais, afectivos ou prazer. Bonito sim senhor, fica sempre bem um gajo começar com uma frase que , embora faça sentido, ninguém percebe mas também ninguém dá o braço a torcer e diz " eh pa, não percebi patavina". Digam o que disserem , venha quem vier, prostituição para mim é Monsanto; é a única palavra que me vem à cabeça quando me falam em put . . . prostitutas. Em crianças, vamos para Monsanto brincar nos baloiços, jogar à bola, pular, correr; em adultos, vamos para Monsanto brincar ao kamasutra. Sempre me questionei porque é que em Monsanto só havia guardas florestais do sexo feminino e porque é que todas elas usavam mini-saias e decotes avantajados. A questão tornou-se mais persistente quando para meu espanto, vi as mesmas guardas florestais á porta do Instituto Técnico. A coisa podia ficar por aì, não fosse o facto de no técnico não haver uma única arvore num espaço de 500 mts, daí eu começar a achar aquilo estranho. Certo dia ganhei coragem e abordei uma delas:
- Boa noite!
- Olá fofo, queres um bico ?
Virei costas. Não percebi o que é que eu fiz para ela me querer dar um pontapé no cú.
Para mim, as prostitutas são seres genéticamente alterados. Genéticamente alteradas por um simples motivo ; as prostitutas não têm menstruação ( o período, o chico, o xixi do benfica etc, duh !! ) como o resto das mulheres. Trabalham na sua labuta 30 dias por mês, não têm dores de cabeça nem más disposições e estão sempre prontas para a acção, ao contrário da dona de casa que uma semana por mês fecha para manutenção, é imune aos efeitos do ben-u-ron e parece que todos lhe devem e ninguém lhe paga ao contrário da prostituta que diz e muito bem, "Dinheiro na mão, calcinha no chão !". As diferenças não ficam por aqui, enquanto a dona de casa faz a comida para o marido , a prostituta é comida pelo marido. Acho um acto bárbaro considerarem a prostituição uma actividade ilícita, obscura e de conduta imprópria, quando estamos a falar de pessoas com coração, que passam dificuldades na vida, passam frio e que por vezes um simples gesto ou uma palavra amiga e carinhosa como "Quanto é que é ? " , podem fazer a diferença a estas senhoras a quem eu apelido de PUTAS - Protagonistas Unicas de Transferência de Amor e Sexo . Mas enganam-se aqueles que pensam que estas senhoras só se encontram na rua, pois há registos confirmados em actos e eventos políticos (um abraço para ti Berlusconi !), em estágios de selecções nacionais ( que o diga Deco e companhia . . ) e em serões de lazer e amena cavaqueira entre arbitros e dirigentes desportivos ( Bobby . . Tareco . . busca busca mata mata . . ).
Existem ainda os bordeis. É um local mítico que já vem desde os tempos dos romanos, e que hoje em dia mais parece um supermercado que outra coisa qualquer, senão vejamos; se eu quiser fazer compras para casa, muito provavelmente tenho de ir ao talho, à peixaria, à frutaria, à padaria e por aì em diante, tendo em conta que cada um fica numa ponta do bairro, o mais certo é perder 2 ou 3 horas, pisar 4 cagalhões de cão (ou de dinossauro tendo em conta o volume de alguns destes objectos . . ) e dar cabo dos joanetes. O supermercado veio simplificar as coisas, pois temos tudo num só sitio. O bordel funciona com a coisa na mesma base, pois temos todos os artigos expostos no mesmo local, vêmos, escolhemos, comparamos preços, pagamos e só não levamos para casa porque a patroa era capaz de não achar muita piada ao ver-nos entrar de mão dada com a mercadoria :
- Oh Zé, eu digo-te para ires ao Pingo Doce comprar pão e tu apareces-me aqui em casa com essa galdéria ?!
- Dizer até disseste Maria, mas é que em vez de ir ao Pingo Doce comprar pão, fui ao Pito Doce comprar carne . . .
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