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terça-feira, 12 de abril de 2011

Peripécias : A Japonesa



É certo que já me passaram japonesas pelo estreito - ou grosso como já me disseram após 4 copos de tinto - inclusive aquela da Pastelaria Suiça, se estão bem lembrados. Mas como eu sempre digo, não se levam bananas para a Madeira nem a picanha portuguesa é igual à brasileira. Nada como ir para o Japão e provar in loco de que é feita a verdadeira mulher japonesa. De bonitas não têm nada, lá isso é um facto, mas em 128 milhões de habitantes, há de haver uma que escape. Nem que para isso tenha que pagar. E foi isso mesmo que aconteceu. Assim que cheguei ao aeroporto e me meti no taxi, a primeira coisa que pedi foi para abrir a janela. Estava um calor do caraças. A segunda foi pedir para me levar a uma casa de meninas. Putas, vá. A tarefa não ia ser fácil, as japonesas são finas, de bons costumes e acima de tudo, têm poder de compra. Não é por acaso que são o único país asiático membro do G8. Eu cá por mim já ficava contente em encontrar o ponto G, quanto mais o G8. Um aparte : vou tentar evitar ao máximo utilizar trocadilhos com a expressão olhos em bico.
Assim que entrei no bordel, a dona veio ter comigo e junto a ela estavam algumas 80 gajas, noves fora davam 4. Ela pergunta-me qual eu queria e eu, muito educamente e num japonês de Portugal, fiz o movimento como se tivesse a acariciar duas bolas de futebol junto ao peito. Subi com a gaja que tinha as maiores mamas. Começamos a falar e vim a descobrir que esta japonesa tinha nascido no Japão, tinha pai e mãe japoneses e gostava de comer sushi. Perfeito, um exemplar perfeito. Juntando a isto tudo um par de mamas que bate os 9.0 na escala de Mamichter. Estava preparado para começar a comer. Como manda a tradição, descasquei-a toda, peguei no meu pauzinho e começei a comê-la ao natural e a seco , sem aquecer no micro-ondas nem nada. O molho vinha no fim. Ela lá ia gritando em japonês ou o raio que a parta. No final quem a partiu fui eu. Ao fim de 45 minutos a levar com o meu sushi genital, oiço um barulho vindo da mesa de cabeçeira. Parecia o trrrimm trrrimmm de um telemóvel. Por mais estúpido que pareça, era mesmo o trrrimmm trrrimmm de um telemóvel. Ela atende. Agora vejamos o cenário; tou eu com o wasabi enfiado naquele local por onde se sai uma vez e passamos o resto da vida a tentar entrar, e a drª a falar ao telemóvel. Passei-me e disse " Oh sócia, olha aí . . . tá aqui um gajo concentradíssimo e tu ao telemóvel ?" . Isto ao mesmo tempo que estalava os dedos. Ela vira-se para trás - sim, por esta altura o meu wasabi já tinha saído do melhor lugar á face da terra para entrar num lugar seco e fedorento a que eu , muito carinhosamente chamo de olho do cú - e diz-me que está ao telefone com o médico que lhe vai pôr silicone nas mamas e fazer um peeling,  e que o meu tempo já acabou. Como ninguém brinca com os portugas, saquei do penduricalho, fiz pontaria e disparei-lhe um jacto de saké mesmo no meio da fronha. Fiz o olhar 34 , suspirei e disse: diz ao teu médico que só precisa de te pôr as mamas, o peeling acabei eu de to fazer. Saí dali e fui ao McDonald's. Farto de sushi estava eu . . .

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

A Japonesinha



Nunca fui um mestre do engate. Ao contrário do que a maioria do mulherio pensa, até certa fase da minha vida (até ontem, mais coisa menos coisa) eu era um gajo bastante aparvalhado. Para aqueles que estão p'rai a dizer "Ah mas parvo ainda és" , sim, têm toda a razão e como contra factos não argumentos, vou meter a viola no saco e calar-me. Até certa fase da minha vida, a única gaja que eu tinha comido chamava-se Maria e era uma bolacha. Entrei então numa fase da vida em que quis provar aos meus amigos que conseguia engatar uma gaja sem ser a pagar. Curiosamente e por estranho que pareça, dei a essa fase o nome de Provar aos meus amigos que conseguia engatar uma gaja sem ser a pagar.  Que melhor sítio para engatar que o Rossio a meio da tarde ? Sentei-me na esplanada da Pastelaria Suiça e começei a apreciar o desfile. Vi passar galdérias, senhoras sérias, galdérias, outras que por acaso eram galdérias e acreditem ou não, até galdérias vi passar. A certa altura, algo me chamou a atenção. Parecia o Bruce Lee mas com um par de mamas. Era uma jovem japonesa, chinesa, filipana , o raio que a parta, mas mais gira que uma nota de 500€. Provavelmente uma estudante, pois estava carregada com uma mochila e duas malas. A certa altura, e precisamente quando ela passa à minha frente, deixa cair uma mala no chão. Rapidamente me levantei, apanhei a mala da jovem e dirigi-me a ela. "Desculpe, mas deixou cair uma mala" , sendo que ela me dá uma bofetada na tromba e me responde " Eu mamá-la ??? Seu ordinarão !!". Foi amor à primeira chapada. Sentou-se na minha mesa e pediu um Saké. Mal ela sabia que mortinho por sacá-lo para fora tava eu, mas enfim. "As pessoas perguntam-me sempre porque é que eu tenho os olhos em bico" dizia ela. "Oh filha, os olhos não sei, mas o bico é só dizeres . . " , pensava eu para os meus colh.. botões! Resultado: fomos para casa dela. Casa, é como quem diz. Aquilo era tão pequeno, que para ser um T0 tinha de ter mais 3 ou 4 divisões. Começei a ficar nervoso. Como é que se come uma japonesa ou uma chinesa ou lá o que ela era? Será que se come com os pauzinhos ou um gajo pode lá ir com as manápulas? "Queles comel-me agola ?" dizia ela. "Oh filha, vira p'ra cá o sushi que eu como isso mesmo crú !" disse eu naquele tom educado e respeitoso que vocês já conhecem. A rapariga já gritava por todo o lado - Nagasaki !! Hiroshima !! , dizia ela momentos antes de eu soltar a bomba atómica. Isso é que foi uma alegria , era arroz chao-chao por todo o lado, nunca tinha visto uma coisa assim. Já diz o outro , se não lhes consegues ganhar, junta-te a eles. Foi o que eu fiz, e de que maneira . . .