É certo que já me passaram japonesas pelo estreito - ou grosso como já me disseram após 4 copos de tinto - inclusive aquela da Pastelaria Suiça, se estão bem lembrados. Mas como eu sempre digo, não se levam bananas para a Madeira nem a picanha portuguesa é igual à brasileira. Nada como ir para o Japão e provar in loco de que é feita a verdadeira mulher japonesa. De bonitas não têm nada, lá isso é um facto, mas em 128 milhões de habitantes, há de haver uma que escape. Nem que para isso tenha que pagar. E foi isso mesmo que aconteceu. Assim que cheguei ao aeroporto e me meti no taxi, a primeira coisa que pedi foi para abrir a janela. Estava um calor do caraças. A segunda foi pedir para me levar a uma casa de meninas. Putas, vá. A tarefa não ia ser fácil, as japonesas são finas, de bons costumes e acima de tudo, têm poder de compra. Não é por acaso que são o único país asiático membro do G8. Eu cá por mim já ficava contente em encontrar o ponto G, quanto mais o G8. Um aparte : vou tentar evitar ao máximo utilizar trocadilhos com a expressão olhos em bico.
Assim que entrei no bordel, a dona veio ter comigo e junto a ela estavam algumas 80 gajas, noves fora davam 4. Ela pergunta-me qual eu queria e eu, muito educamente e num japonês de Portugal, fiz o movimento como se tivesse a acariciar duas bolas de futebol junto ao peito. Subi com a gaja que tinha as maiores mamas. Começamos a falar e vim a descobrir que esta japonesa tinha nascido no Japão, tinha pai e mãe japoneses e gostava de comer sushi. Perfeito, um exemplar perfeito. Juntando a isto tudo um par de mamas que bate os 9.0 na escala de Mamichter. Estava preparado para começar a comer. Como manda a tradição, descasquei-a toda, peguei no meu pauzinho e começei a comê-la ao natural e a seco , sem aquecer no micro-ondas nem nada. O molho vinha no fim. Ela lá ia gritando em japonês ou o raio que a parta. No final quem a partiu fui eu. Ao fim de 45 minutos a levar com o meu sushi genital, oiço um barulho vindo da mesa de cabeçeira. Parecia o trrrimm trrrimmm de um telemóvel. Por mais estúpido que pareça, era mesmo o trrrimmm trrrimmm de um telemóvel. Ela atende. Agora vejamos o cenário; tou eu com o wasabi enfiado naquele local por onde se sai uma vez e passamos o resto da vida a tentar entrar, e a drª a falar ao telemóvel. Passei-me e disse " Oh sócia, olha aí . . . tá aqui um gajo concentradíssimo e tu ao telemóvel ?" . Isto ao mesmo tempo que estalava os dedos. Ela vira-se para trás - sim, por esta altura o meu wasabi já tinha saído do melhor lugar á face da terra para entrar num lugar seco e fedorento a que eu , muito carinhosamente chamo de olho do cú - e diz-me que está ao telefone com o médico que lhe vai pôr silicone nas mamas e fazer um peeling, e que o meu tempo já acabou. Como ninguém brinca com os portugas, saquei do penduricalho, fiz pontaria e disparei-lhe um jacto de saké mesmo no meio da fronha. Fiz o olhar 34 , suspirei e disse: diz ao teu médico que só precisa de te pôr as mamas, o peeling acabei eu de to fazer. Saí dali e fui ao McDonald's. Farto de sushi estava eu . . .


