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quinta-feira, 6 de maio de 2010

A 1ª (in)Experiência Sexual



Já todos passamos por isso ; sozinhos ou acompanhados, todos nós já tivemos uma experiência sexual. No meu caso, tudo começou quando fui abruptamente expelido pela vagina da minha mãe, ou como eu gosto de lhe chamar, quando ela "mijou ossos". Palavras como virgem ou a 1ª vez são tão ou mais assustadoras do que ouvir na televisão que o Sócrates ganhou as eleições. Apartir do momento em que enfiamos o urso na toca, essas mesmas palavras tornam-se parvas, e ainda com o animalzinho lá enfiado nas catacumbas genitais, tornamo-nos seres superiores. É altura de gozar com os que ainda têm relações sexuais sozinhos e em frente a um televisor, e mesmo que tenhamos perdido a virgindade há apenas 3 minutos e 27 segundos, já somos os maiores e já podemos dar lições de como fazer a manobra do estacionamento fálico na garagem vaginal. O grande problema apresenta-se antes da coisa acontecer, ou seja, desde o momento em que nos apercebemos que aquela coisa que temos pendurada no meio dos tomates, jamais se vai tornar numa perna, é que começamos a preparar-nos para o grande momento. Para alguns, esse momento chega por volta dos 18 anos, para outros por volta dos 16 ... e para alguns povos residentes na Etiópia, Burkina Faso e Guiné-Conacri (este último é indiferente, mas pelo nome em si achei apropriado ao tema) se tiveres mais de 8 anos e não tiveres dado um pírafo, meu amigo, arranja o numero do José Castelo Branco e convida-o para lanchar. Vou partilhar com vocês uma pequena história, se acreditam nela ou não, isso já não me compete a mim, deixo ao vosso critério. Há uns anos atrás, recebo um telefonema da galdéria da escola ; nesse telefonema, ela pede-me para ir a casa dela arranjar-lhe o computador que supostamente estava com um problema qualquer. Como sou um jovem de boas familias e bastante prestável, acedi ao seu pedido. Apanhei 2 autocarros, o metro e caminhei uns bons 500 mts, quando finalmente lá cheguei. Ela vem à porta ;  digamos que o Adão e a Eva, os dois juntos, tinham mais roupa do que ela. Logo ali vi que havia marosca, pensei logo para mim "sua marota, não foi o computador que avariou, foi o ar condicionado" . Entrei e sentei-me. A coisa tornou-se mais estranha para mim quando reparei que ela não tinha computador em casa, pensei logo "sacana da moça pa, queres ver que tem a sanita entupida e está à espera que eu a desenrasque?!". Quando ela me olha nos olhos, e de repente, como que se de uma arrancada à Cristiano Ronaldo se tratasse, ela abre-me o fecho das calças e mete a geringonça de fora. Aí, meus amigos, a coisa mudou de figura, tive de me exaltar e dizer-lhe educadamente " peço desculpa, mas eu fiz xixi antes de sair de casa, agora não tenho vontade". Quando dei por mim só tinha as meias calçadas (aliás, tradição que mantenho até hoje com medo de me constipar durante o acto) e ela saltava em cima de mim como se eu fosse um trampolim do circo. Posso dizer que a coisa tinha sido bem mais agradável se ela tivesse um sofá em condições, e não um comprado no Ikea com as molas de fora, molas essas que por azar dos azares se enfiaram pelo meu anûs acima. Como achei que até levava jeito p'raquilo, resolvi dar uma de chico esperto e disse : "vira-te para aqui e abre a porta da suite para o Ruizinho entrar !" , ao que ela respondeu " eu viro, mas diz ao Ruizinho para largar a porta das traseiras e entrar pela da frente , ok?" . Pela 1ª vez na minha vida pensei que talvez precisasse de óculos, é que no Canal 18 eles nunca se enganavam, talves por já conhecerem os cantos à casa . . .
Passado um bocadito, a coisa acabou. Fiquei desiludido por não fumarmos nenhum cigarro, mas vendo bem, por um lado até foi bom, como eu sofro de rinite, já sei que ia passar uma noite desgraçada. Obviamente que nunca mais fui no engodo dela ; continuou a insistir para eu lá ir arranjar o computador, mas eu, como devem ter reparado, de parvo não tenho nada. Uma vez perguntei-lhe que computador é que ela tinha, ela respondeu "não sei, mas diz aqui Intel Inside" , ao que eu respondi " oh filha, Inside eu até acredito, agora de Intel não mora aí nada". O positivo desta experiência foi que andei uns tempos a pensar em ser técnico informático, daqueles que vão ao domicilio. Mudei de ideias quando um amigo meu, técnico informático, foi a casa de uma cliente arranjar-lhe a placa gráfica. Resultado : foi parar ao hospital  para lhe porem uma placa nos dentes, parece que o marido da cliente entrou quando o meu amigo estava a enfiar o cabo USB dele na porta de entrada traseira da senhora. Uma lição tirei desta coisa toda, é que o sexo é que como os carros - quem conduz um, conduz todos, o problema é que para alguns é preciso ter-se mãozinhas  . . .